Livro O Tempo Não Para – Viva Cazuza

você já leu o livro O Tempo Não Para – Viva Cazuza

O tempo não para – Viva Cazuza traz alguns depoimentos de pessoas que cruzaram e deixaram impressões na vida do cantor, como Ney Matrogrosso, que aposta que Cazuza, hoje, “seria exatamente igual na essência: irreverente, debochado, com alto senso crítico”. Lucinha diz que sentiu certo receio de dividir o livro com os amigos do filho, até porque “relações amorosas e de amizade são muito diferentes”, mas ela resolveu dar voz a alguns que têm do que recordar.

Livro O Tempo Não Para – Viva Cazuza
Livro O Tempo Não Para – Viva Cazuza

Como Sandra de Sá que chegou a admitir que “Cazuza não está morto, está vivo nessa instituição [a casa de apoio às crianças], é uma luz que ronda para mostrar o caminho”.

Para além de Frejat, parceiro no Barão Vermelho, Ezequiel Neves – que, segundo Lucinha, foi o “instigador intelectual de Cazuza” –, Nilo Romero e George Israel, há um depoimento de Serginho, “única pessoa com quem Cazuza teve um relacionamento duradouro”. Na última vez que Serginho viu o namorado, já muito doente, ouviu a seguinte pergunta: “Vamos começar tudo outra vez?”.

Serginho confessa que não sabia o que fazer e fugiu sem dizer sequer uma palavra. Mas resume em uma frase o que teria dito: “O que aconteceu, valeu”.

genor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza (Rio de Janeiro, 4 de abril de 1958 — Rio de Janeiro, 7 de julho de 1990) foi um cantor, compositor, poeta e letrista brasileiro. Conhecido como vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho.[1] Sua parceria com Roberto Frejat foi criticamente aclamada. Dentre as composições famosas junto ao Barão Vermelho estão “Todo Amor que Houver Nessa Vida”, “Pro Dia Nascer Feliz”, “Maior Abandonado”, “Bete Balanço” e “Bilhetinho Azul”.

Cazuza é considerado um dos maiores compositores da música brasileira. Dentre seus sucessos musicais em carreira solo, destacam-se “Exagerado”, “Codinome Beija-Flor”, “Ideologia”, “Brasil”, “Faz Parte Do Meu Show”, “O Tempo Não Para” e “O Nosso Amor a Gente Inventa”. Cazuza também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado em entrevistas que era bissexual. Em 1989 declarou ser soropositivo (termo usado para descrever a presença do vírus HIV, causador da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS – no sangue) e sucumbiu à doença em 1990, no Rio de Janeiro.

Em outubro de 2008 a revista Rolling Stone promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, cujo resultado colocou Cazuza na 34ª posição.

PESO 0.44 Kg
EDITORA Globo Editora
I.S.B.N. 9788525028990
ALTURA 23.00 cm
LARGURA 16.00 cm
PROFUNDIDADE 1.00 cm
IDIOMA Português
CÓD. BARRAS 9788525028990
NÚMERO DA EDIÇÃO 1
ANO DA EDIÇÃO 2011
AUTOR Araujo, Lucinha

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *