Livro Carnes – 30 Receitas Deliciosas – Col. Prático & Saboroso

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Neste livro você encontrará receitas deliciosas com carnes bovina e suína, além de dicas e ideias de como servir em todo tipo de ocasião: desde aperitivos e lanchinhos a pratos principais.

Livro Carnes - 30 Receitas Deliciosas - Col. Prático & Saboroso
Livro Carnes – 30 Receitas Deliciosas – Col. Prático & Saboroso

Todas as receitas vêm acompanhadas de uma lista de compras para facilitar na hora de ir ao mercado ou à feira, basta escanear o QR code! Aproveite o que de melhor a tecnologia tem anos oferecer e desfrute de pratos muito saborosos!

A ORIGEM DO CHURRASCO

A história do churrasco brasileiro tem sombras longas. Começa necessariamente no século XVII, no interior dos Sete Povos das Missões, comunidade criada pelos jesuítas no oeste do Rio Grande (abarcando Paraguai e Argentina) para reunir indígenas – em especial guaranis – na missão catequisadora. Destruída em 1768, a comunidade deixou como testemunho, além das ruínas, um belo exemplo de sociedade ideal para os homens e sua profunda influência na colonização. É que os rebanhos ali criados, sem dono após a guerra de destruição, ganharam os campos e ali se multiplicaram ao sabor da natureza. Era riqueza muito vistosa para não ser aproveitada naquele Brasil – colônia que crescia atrás do ouro. Por isso os preadores passaram a descer de Laguna e São Paulo para apresá-los. Eram os tropeiros, cuja refeição básica nas breves paradas de acampamento consistia num pedaço de carne fresca, assada ao calor das brasas no chão e temperado com um pouco de cinza.

O historiador Dante de Laytano identifica nessa gente o primeiro ciclo de ocupação do estado. “ O segundo foi o do invernador, que já era siminômade e se obrigava a parar no caminho para engordar o gado e proteger-se do inverno”, diz ele. Assim como nos caminhos dos tropeiros, nos seus também foram brotando cidades. E como os tropeiros, invernadores e seus peões tinham no gado assado sua dieta principal, agora salgado. Eles haviam copiado dos índios o costume de colocar mantas de carne sob o arreamento, no lombo do cavalo, enquanto cavalgavam. No ponto de parada, devidamente salgado pelo suor do animal, a carne estava pronta para ir ao fogo.

Como se vê, o churrasco tornou-se fio condutor da história rio grandense e prosseguiu nesse papel durante o terceiro ciclo da fixação à terra, a chamada “civilização do estancieiro”. Agora já era uma larguíssima fazenda organizada, na qual a peonada saía para distantes lides de gado, que duravam semanas, meses e cujo cardápio era o churrasco, nutritivo e fácil de fazer com carne à mão. Foi nesse momento que tomou a forma de típico churrasco gaúcho como o conhecemos, com fogo de chão e espetos de carne fincados na terra ao redor.

A receita não podia ser mais simples: carne com alguma gordura – em geral costela -, coberta de sal e levada ao fogo demorado, assando primeiro de um lado e depois do outro. “Mas o churrasco não é exclusivo do Rio Grande. “ Existiu em toda América do Sul antes do Descobrimento.”

PESO 0.16 Kg
EDITORA Gastronomia Saraiva
I.S.B.N. 9788539411955
ALTURA 20.00 cm
LARGURA 16.50 cm
PROFUNDIDADE 0.50 cm
IDIOMA Português
ACABAMENTO Brochura
CÓD. BARRAS 9788539411955
NÚMERO DA EDIÇÃO 1
ANO DA EDIÇÃO 2013
AUTOR Bailey, Edith

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