Livro Amor de Perdição – Col. Clássicos da Literatura

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Exemplo da língua literária de sua época e marco do ultrarromantismo português – corrente literária da segunda metade do século XIX que leva ao extremo os ideais românticos, “Amor de Perdição” foi muito bem recebido pelo público.

Livro Amor de Perdição - Col. Clássicos da Literatura
Livro Amor de Perdição – Col. Clássicos da Literatura

Considerada uma espécie de “Romeu e Julieta” português, nessa novela passional, Camilo Castelo Branco levou às ultimas consequências a ideia de que o amor deve sobrepor-se à razão e até mesmo à vida. Esta obra trata do amor impossível e debate a oposição entre a emoção e os limites que a sociedade impõe para a sua realização. Sem alcançar a consumação da paixão, o herói romântico só pode ter um destino trágico.

Assim como o mesmo amor redime, mata, o narrador-autor já antecipa na introdução do livro a vida de seu herói romântico: “Amou, perdeu-se e morreu amando”.

saiba mais sobre o autor

Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco (Mártires, Lisboa, 16 de Março de 1825 — Vila Nova de Famalicão,São Miguel de Seide, 1 de Junho de 1890) foi um escritor português, romancista, cronista, crítico, dramaturgo,historiador, poeta e tradutor. Foi ainda o 1.º Visconde de Correia Botelho, título concedido pelo rei D. Luís. Foi um dos escritores mais prolíferos e marcantes da literatura portuguesa.

Há quem diga que, em 1846, foi iniciado na Maçonaria do Norte, o que é muito estranho ou algo contraditório, pois há indicações de que, pela mesma altura, na Revolta da Maria da Fonte, lutava a favor dos Miguelistascomo “ajudante às ordens do general escocês Reinaldo MacDonell” que criaram a Ordem de São Miguel da Ala precisamente para combater a Maçonaria. Do mesmo modo, muita da sua literatura demonstra defender os ideais legitimistas e conservadores ou tradicionais, desaprovando os que lhe são contrários.

Teve uma vida atribulada, que lhe serviu muitas vezes de inspiração para as suas novelas. Foi o primeiro escritor de língua portuguesa a viver exclusivamente dos seus escritos literários. Apesar de ter de escrever para o público, sujeitando-se assim aos ditames da moda, conseguiu manter uma escrita muito original.

Dentro da sua vasta obra, também se encontra colaboração da sua autoria em diversas publicações periódicas como O Panorama , a Revista Universal Lisbonense , A illustração luso-brasileira (1856-1859), Revista Contemporânea de Portugal e Brasil [8] (1859-1865), Archivo pittoresco (1857-1868), A Esperança [9] (1865-1866), Gazeta Literária do Porto  (1868) (também chamada de Gazeta de Camilo Castelo Branco devido à sua extensa colaboração como redator), a revista literária República das Letras  (1875), Ribaltas e Gambiarras (1881), A illustração portugueza (1884-1890), e a título póstumo nas revistas A semana de Lisboa (1893-1895), Serões (1901-1911) e Feira da Ladra (1929-1943).

EDITORA Ciranda Cultural
CÓD. BARRAS 9788538003526
ALTURA 19.00 cm
I.S.B.N. 9788538003526
PROFUNDIDADE 1.00 cm
ACABAMENTO Brochura
NÚMERO DA EDIÇÃO 2
ANO DA EDIÇÃO 2008
IDIOMA Português
PESO 0.10 Kg
LARGURA 13.00 cm

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