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Livro Pablo Escobar – Meu Pai – As Histórias Que Não Deveríamos Saber – 2ª Ed. 2015

Você já escolheu o livro  Pablo Escobar – Meu Pai – As Histórias Que Não Deveríamos Saber – 2ª Ed. 2015

Até a publicação desta obra, acreditávamos que tudo já havia sido dito sobre Pablo Escobar, um dos piores criminosos da história da América Latina. Mas os muitos relatos disponíveis sobre ele foram contados por alguém de fora, nunca a partir da intimidade do lar.

Mais de vinte anos depois da morte do chefe do Cartel de Medellín, Juan Pablo Escobar viaja em direção a um passado que não escolheu a fim de mostrar um lado inédito de seu pai, o homem capaz de chegar aos piores extremos de crueldade, ao mesmo tempo em que professava amor infinito por sua família.
Este não é um livro de um filho que busca a redenção para seu pai, mas um relato estremecedor das consequências da violência.

Saiba mais sobre Pablo Escobar

Em The Accountant’s Story, o irmão de Pablo, Roberto Escobar, descreve o meio pelo qual Pablo passou da simplicidade e obscuridade da classe média para se tornar um dos homens mais ricos do mundo. No auge de seu poder, o cartel de drogas de Medellín estava contrabandeando quinze toneladas de cocaína por dia, no valor de mais de meio bilhão de dólares, para os Estados Unidos. De acordo com Roberto, ele e seu irmão gastavam 1000 dólares por semana com elásticos para embrulhar as pilhas de dinheiro, armazenando a maior parte dele em seus armazéns; 10% da fortuna tinha de ser descartada por ano devido à “deterioração” por ratos que se infiltraram à noite e mordiam as notas de cem dólares.

Em 1975, Escobar começou a desenvolver a sua operação de venda de cocaína. Ele mesmo voou várias vezes, principalmente entre a Colômbia e o Panamá, para contrabandear a carga para os Estados Unidos. Quando mais tarde comprou 15 aviões novos e maiores (incluindo um Learjet) e seis helicópteros, Escobar aposentou seu antigo avião e o pendurou acima do portão do seu rancho, a Hacienda Nápoles. Em maio de 1976, Escobar e vários de seus homens foram presos e encontrados com 18 kg de pasta base depois de voltar a Medellín com uma carga pesada do Equador. Inicialmente, Pablo tentou, sem sucesso, subornar os juízes de Medellín que estavam começando o processo contra ele. Em vez disso, depois de muitos meses de disputas legais, Pablo conseguiu subornar os dois policiais que os prenderam e o caso foi arquivado. Deste episódio em diante, ele começou seu padrão de lidar com as autoridades através de suborno ou de assassinato.[11]Roberto Escobar afirma que Pablo entrou no negócio simplesmente porque o contrabando se tornou muito perigoso para o tráfico. Não havia cartéis de drogas, apenas alguns barões da droga, portanto era um bom negócio para todos. No Peru, eles compraram a pasta de cocaína, que era refinada em um laboratório numa casa de dois andares em Medellín. Em sua primeira viagem, Pablo comprou 14 kg de pasta, no que viria a ser o primeiro passo para a construção de seu império. Na primeira, ele contrabandeou cocaína em pneus velhos em aviões, sendo que um piloto poderia ganhar até 500 mil dólares por voo, dependendo de quanto seria contrabandeado.

Em breve, a demanda por cocaína disparou nos Estados Unidos e Pablo organizou mais remessas, rotas e redes de contrabando para distribuição no sul da Flórida, na Califórnia e em outras partes dos Estados Unidos. Ele e Carlos Lehder trabalharam juntos para desenvolver um novo ponto de transbordo em uma ilha das Bahamas, chamada Norman’s Cay. Carlos e Robert Vesco adquiriram a maior parte do território da ilha, que incluiu uma pista de pouso de 3.300 pés, um porto, hotel, casas, barcos, aviões e até mesmo um armazém frigorífico para armazenar a cocaína. De 1978 a 1982, este local foi utilizado como a principal rota de contrabando do Cartel de Medellín. (De acordo com o relato de seu irmão, Pablo não comprou Norman’s Cay. Era, em vez disso, um empreendimento de Carlos Lehder.) Escobar foi capaz de comprar cerca de 20 quilômetros quadrados de terras, que incluíam a Hacienda Nápoles, por vários milhões de dólares. Ele criou um jardim zoológico, um lago e outras diversões para sua família e organização criminosa. Em um ponto, estimou-se que 70 a 80 toneladas de cocaína estavam sendo enviadas da Colômbia para os Estados Unidos mensalmente. No auge de seu poder, em meados da década de 1980, Escobar enviava até 11 toneladas por voo em aviões para os Estados Unidos (a maior carga enviada por Pablo foi de 23 toneladas misturadas com pasta de peixes – o envio foi feito via barco, segundo seu irmão no livro “Escobar”). Além de usar os aviões, o irmão de Pablo, Roberto Escobar, disse que ele também usava dois pequenos submarinos de controle remoto para o transporte de cargas massivas (esses veículos aquáticos eram, de fato, tripulados e isto também foi documentado no livro de Roberto).

MARCA Planeta do Brasil
I.S.B.N. 9788542205978
ALTURA 23.00 cm
LARGURA 16.00 cm
PROFUNDIDADE 0.30 cm
NÚMERO DE PÁGINAS 480
IDIOMA Português
ACABAMENTO Brochura
PESO 0.498 Kg
CÓD. BARRAS 9788542205978

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